andre silva osteopatia porto portugal
Osteopata

André Silva

Sobre Pessoas. Para pessoas. Através das pessoas. A Osteopatia não trata doenças, não trata patologias, não trata nenhum músculo em particular. Trata pessoas, seres humanos, com uma determinada história, um conjunto de crenças e comportamentos, e uma vivência construída de forma muito própria num determinado contexto.

Por isso cada tratamento é único. Porque cada história conta. E porque a comunicação clínica é parte do processo, é necessário encontrar as palavras certas para aquele individuo que vive de forma muito específica a sua dor ou seu problema.

As técnicas manuais são direcionadas para o sistema neuro-músculo-esquelético e sendo manuais, não invasivas por excelência. Os resultados são muitas vezes surpreendentes não porque tratamos aquela região em particular, mas sim porque a visão é global, abrangente e completa. O tratamento é guiado por uma entrevista clínica rigorosa e por uma avaliação onde o toque, a forma como aquela pessoa se movimenta e a realização de determinados testes podem-nos fazer achar o caminho. Nos bastidores, está um raciocínio clínico baseado em conhecimentos profundos de anatomofisiologia, biomecânica e patologia.

Por vezes o problema ultrapassa a minha competência e se for esse o caso, a pessoa será direcionada para outro profissional de saúde. Talvez mais capaz ou mais indicado. Tudo é explicado à pessoa. Ela está no centro do processo terapêutico e no controlo da tomada de decisão. Por isso, isto é também um trabalho da equipa. E neste propósito que é o processo de recuperação, o exercício pode ser um grande aliado. O exercício e o nosso estilo de vida, que no fundo, é o nosso grande poder.

Foi assim que aconteceu comigo. Houve um dia, em que fiz de tudo para encontrar um osteopata que me ajudasse a resolver uma lesão no ombro. O impacto dessa consulta em mim foi tal, que considerei alguns anos mais tarde, estudar a profissão. E ainda hoje continuo a estudar. Sou muito feliz na sala de aula, esse espaço mágico que pode mudar o mundo. Considero-me um privilegiado por poder ensinar, mas continuo com muita vontade de aprender, num misto de insatisfação e curiosidade por aquilo que não sei.

E claro, sou extremamente feliz a trabalhar. Esta é a minha história, mas por detrás desta história estão muitas pessoas. É sobre pessoas. Na vida tudo tem haver com pessoas.

Sobre a osteopatia

A pessoa no centro do processo terapêutico

Pilares

que me movem

Conhecimento

A formação nunca termina. Procuro alcançar não só competências técnicas que me tornem mais eficiente enquanto osteopata, mas também competências pedagógicas que me tornem um melhor docente e competências psicossociais que me permitam comunicar de forma mais eficaz com a pessoa que chega à consulta bem como com outros profissionais de saúde.

Colaboração

Com a pessoa, com outros osteopatas e com outros profissionais de saúde. O processo de recuperação requer muitas vezes educação interprofissional e trabalho interdisciplinar e multidisciplinar. Sempre que necessário faço esse reencaminhamento.

Comunicação

É hoje reconhecido pelos investigadores que a comunicação é uma competência decisiva no sucesso clínico. Não podem existir dúvidas. Esta deve clara, coerente, segura e adaptada ao indivíduo. Sempre com abertura à partilha de informação relevante, tudo conta, até o tom de voz.

Ética e Integridade

O respeito e a salvaguarda da dignidade da pessoa com dor ou que sofre com uma debilidade física é um imperativo na minha prática clínica. Garanto igualmente o cumprimento dos direitos éticos, morais e legais de autonomia, privacidade, confidencialidade, liberdade de escolha e decisão informada.

Universalidade

O mundo é a nossa casa. Recebo diariamente pessoas dos mais diversos pontos do globo e enquanto pessoa e profissional, defendo e promovo os valores fundamentais da liberdade, diversidade, inclusão e igualdade.